Crime na Biblioteca Mário de Andrade levou 8 obras de Matisse; outro suspeito segue foragido
A Polícia em São Paulo prendeu um dos suspeitos do roubo de obras do artista francês Henri Matisse na Biblioteca Mário de Andrade, no Centro da capital. O crime aconteceu em 7 de dezembro de 2025, quando dois homens levaram oito obras expostas; o segundo envolvido ainda é procurado e, até agora, nenhuma peça foi recuperada.
O que foi roubado
Entre as peças levadas estão obras da coleção de gravuras “Jazz” (1947), de Matisse incluindo capa e uma das imagens mais conhecidas, citada na apuração internacional. Além disso, foram levadas cinco gravuras do brasileiro Cândido Portinari, segundo autoridades e reportagens.
Como a polícia chegou ao suspeito preso
As investigações apontam que imagens de câmeras de segurança foram fundamentais para identificar e localizar o suspeito detido. A apuração local relata que a prisão ocorreu após diligências da Polícia Civil, enquanto o segundo suspeito permanece foragido.
Medidas para recuperar o acervo
A Prefeitura e autoridades notificaram organismos internacionais para evitar que as obras sejam levadas para fora do país, incluindo alerta à Interpol, conforme reportagens.
Impacto para o morador
Além do prejuízo cultural, o caso escancara um ponto sensível: bibliotecas e espaços públicos de cultura precisam conciliar acesso gratuito com segurança real para proteger acervos. A Mário de Andrade é um equipamento central na vida cultural da cidade e episódios como esse costumam pressionar por revisão de protocolos e vigilância sem transformar o local em “fortaleza”.
Serviço ao leitor
Se você tiver informações sobre o paradeiro das obras ou reconhecer movimentações suspeitas ligadas ao caso:
- procure a Polícia Civil (disque-denúncia/atendimento local) e registre o máximo de detalhes possível (local, horário, descrição, fotos);
- evite “investigar por conta própria” isso pode colocar você em risco e atrapalhar a apuração.

