

Paralisação atinge equipamento esportivo público e levanta questionamentos sobre gestão e prazos
Em 26 de janeiro de 2026, uma obra da Vila Olímpica Mário Covas, localizada na Zona Oeste de São Paulo, completou nove meses de paralisação com um acréscimo estimado de R$ 12 milhões no custo total. O empreendimento, voltado ao esporte e ao lazer, permanece sem conclusão, impactando diretamente a oferta de serviços à população da região.
De acordo com apuração jornalística, os trabalhos no complexo esportivo foram interrompidos ainda em 2025 e, desde então, o canteiro apresenta sinais de abandono, com estruturas inacabadas e equipamentos sem uso. A obra integra o conjunto de investimentos públicos destinados à ampliação de espaços para prática esportiva na capital, mas enfrenta atrasos sucessivos e revisão de valores contratuais.
A paralisação prolongada contribuiu para o aumento do custo final, reflexo de readequações técnicas, atualização de preços e necessidade de manutenção do que já foi executado. O caso reacende o debate sobre planejamento, fiscalização e cumprimento de cronogramas em obras públicas.
Além do impacto financeiro, a interrupção afeta diretamente moradores da Zona Oeste, que deixam de contar com um equipamento esportivo prometido para atividades de atletismo, lazer e programas comunitários. O atraso também pressiona o orçamento público e levanta questionamentos sobre eficiência na gestão de recursos destinados ao esporte.
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