

Ação conjunta da Polícia Militar e do Ministério Público cumpriu 25 mandados em cinco municípios; investigações apuram roubos, homicídios e conflitos entre grupos criminosos
Uma operação integrada das forças de segurança do Estado de São Paulo cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em 29 de fevereiro, em cinco municípios do interior paulista, no âmbito de investigações sobre organizações criminosas suspeitas de envolvimento em roubos, homicídios e conflitos entre facções. A ação foi conduzida pela Polícia Militar do Estado de São Paulo e pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Segundo informações oficiais, a ofensiva denominada Operação Keravnos resultou de trabalho prévio de inteligência e investigação. O objetivo principal foi reunir provas materiais e avançar na identificação de estruturas, logística e integrantes dos grupos investigados, a partir da apreensão de itens como armas, entorpecentes, documentos e dispositivos eletrônicos.
A atuação integrada combinou policiamento ostensivo, inteligência e coordenação investigativa, com execução simultânea de diligências para reduzir riscos e ampliar a efetividade do cumprimento dos mandados.
Abrangência da ação
Os mandados foram cumpridos em Piracicaba, Limeira, Rio Claro, Americana e Hortolândia, municípios que integram a área do Comando de Policiamento do Interior 9 (CPI-9). As autoridades indicam que a distribuição geográfica das diligências reflete a capilaridade das investigações na região.
Resultados iniciais
Conforme balanço preliminar, três homens foram presos no curso da operação. Também houve apreensão de dinheiro, porções de drogas, celulares e armas, materiais que serão analisados para robustecer os inquéritos e subsidiar desdobramentos investigativos. As autoridades informaram que as apurações prosseguem.
Operações direcionadas a crimes violentos e organizações criminosas têm impacto direto na segurança pública regional, ao retirar instrumentos ilícitos de circulação e desorganizar cadeias operacionais. A coordenação entre PM e Ministério Público é apontada como fator relevante para eficiência e segurança das diligências.
HostingPRESS Agência de Notícias de São Paulo.
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