Ex-namorado foi preso e indicou local do enterro, segundo a Polícia Civil

O corpo da arquiteta Fernanda Silveira de Andrade, de 28 anos, foi localizado no sábado, 24 de janeiro de 2026, em uma área de mata no distrito de Marsilac, na Zona Sul da capital paulista. A descoberta ocorreu após a prisão do ex-namorado da vítima, apontado pela polícia como principal suspeito do crime.

De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o suspeito, Euhanan dos Santos Barbosa, de 25 anos, estava foragido e foi localizado por policiais enquanto caminhava pelas ruas do próprio bairro de Marsilac.

Durante a abordagem, os agentes apreenderam uma arma de fogo calibre .38 e munições. Após a prisão, segundo a polícia, o homem indicou o local onde o corpo de Fernanda havia sido enterrado.

O caso foi registrado no 101º Distrito Policial (Jardim das Imbuias) como feminicídio, violência doméstica, posse ilegal de arma de fogo e ocultação de cadáver.

IMPACTO PÚBLICO

O crime reacende o alerta sobre a violência contra mulheres, especialmente em contextos de relacionamentos abusivos e reincidentes. Segundo a polícia, Fernanda já havia procurado as autoridades em outras ocasiões, relatando ameaças constantes feitas pelo ex-companheiro.

A vítima, que era moradora de Serra Negra, no interior paulista, havia solicitado medidas protetivas de urgência, informando dificuldades para encerrar o relacionamento devido ao risco à própria vida e à de familiares.

HISTÓRICO DE VIOLÊNCIA

Ainda conforme informações policiais, este não foi o primeiro episódio de violência envolvendo o casal. Em 2023, o suspeito já havia sido denunciado por tentativa de homicídio, quando atacou Fernanda com golpes de faca. Ela sobreviveu à agressão naquela ocasião.

Segundo o que foi apurado até o momento, o investigado teria confessado informalmente que efetuou dois disparos contra a arquiteta antes de ocultar o corpo. A defesa do suspeito não foi localizada até a última atualização do caso.

SERVIÇO AO LEITOR:

Violência doméstica é crime. Denuncie:

  • 190 – Polícia Militar (emergência)
  • 180 – Central de Atendimento à Mulher (24h, gratuito)
  • Disque 197 – Polícia Civil

Medidas protetivas salvam vidas. Procure a Delegacia da Mulher ou registre ocorrência online.

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